
Os financiamentos do Banco Itaú para o mercado imobiliário já somaram este ano, até o mês de abril, cerca de R$ 800 milhões com recursos da caderneta de poupança, informou ontem Luiz Antonio Nogueira França, diretor de crédito imobiliário do banco. Segundo França, que participou ontem do II Painel Setorial do Mercado Imobiliário na sede da Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), mais de dois terços desse total foram para financiamentos de imóveis usados.
O Itaú criou uma nova empresa com a Lopes Consultoria de Imóveis em dezembro passado para ampliar o acesso ao crédito no mercado secundário (imóveis usados, revendas e recém construídos), oferecendo com exclusividade de 20 anos os produtos financeiros do Itaú aos clientes do grupo Lopes. A empresa, ainda sem nome, tem participações iguais do Itaú e da Lopes e, segundo França, já está iniciando as operações de financiamento. "É importante estarmos junto do consumidor", declarou França.
O banco está começando a usar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para financiamentos imobiliários, previstos em R$ 200 milhões para este exercício.
França lembrou que os recursos da poupança são suficientes para apenas mais dois ou três anos e que depois disso o mercado imobiliário terá que buscar alternativas.
Fonte: Gazeta Mercantil
O Itaú criou uma nova empresa com a Lopes Consultoria de Imóveis em dezembro passado para ampliar o acesso ao crédito no mercado secundário (imóveis usados, revendas e recém construídos), oferecendo com exclusividade de 20 anos os produtos financeiros do Itaú aos clientes do grupo Lopes. A empresa, ainda sem nome, tem participações iguais do Itaú e da Lopes e, segundo França, já está iniciando as operações de financiamento. "É importante estarmos junto do consumidor", declarou França.
O banco está começando a usar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para financiamentos imobiliários, previstos em R$ 200 milhões para este exercício.
França lembrou que os recursos da poupança são suficientes para apenas mais dois ou três anos e que depois disso o mercado imobiliário terá que buscar alternativas.
Fonte: Gazeta Mercantil
