A iluminação LED ou light emitting diode (diodo emissor de luz) vem despertando o interesse do mercado consumidor, levando as pessoas a substituir as lâmpadas e equipamentos que dispõem em suas casas ou lojas por essa nova tecnologia. No entanto, na ânsia por mudanças, o consumidor encontra no mercado dezenas de marcas desconhecidas e que não param de proliferar, com preços que vão de um extremo a outro para produtos visualmente muito parecidos, confundindo sua escolha, o que o leva, muitas vezes, a adquirir um produto que não atenderá suas expectativas. Embora genericamente as pessoas dizem LED para todo diodo emissor de luz e há um nivelamento de todos os produtos como iguais, há uma distância gigantesca entre um LED de excelente qualidade e outro de péssima qualidade.
E isso não é percebido no ato da compra pelo cliente, nem mesmo por aqueles que se dizem especialistas, mas não têm em mãos os equipamentos adequados para testá-lo. Depois de uma compra errada, os problemas começam bem cedo, logo depois da instalação, com queda abrupta da intensidade luminosa; queima precoce, normalmente ao redor de 2 mil horas de uso (já que ninguém fica contando as 32 mil horas de vida divulgadas na embalagem); queima ou baixa intensidade de luz de um ou outro diodo (quando a lâmpada tem mais de um ponto emissor de luz); perda da cor da luz emitida (um ponto fica branco, outro amarelado ou azulado), entre outras degradações.