
Os trabalhadores que planejam comprar a casa própria e recebem até R$ 2 mil já podem se beneficiar da medida, que reduziu ainda mais a taxa de juros do financiamento habitacional, aprovada no mês passado pelo Conselho Curador do FGTS. O percentual passou de 6% ao ano para 5% ao ano e é ainda menor (4,5% ao ano) para quem tem conta vinculada do FGTS há pelo menos três anos. A correção desses contratos é pela TR (Taxa Referencial).
O pagamento pode ser feito em até 30 anos e o empréstimo chega a 100% do valor do imóvel, avaliado em até R$ 130 mil, nas regiões metropolitanas do Rio e de São Paulo. É permitida a compra de unidades novas, usadas e na planta. Segundo o superintendente da Caixa Econômica Federal no Rio, José Domingos Vargas, a redução beneficia um número ainda maior de famílias.
De acordo com a simulação da Caixa, um financiamento de R$ 55 mil, em 20 anos, com juros de 6% ao ano, tem prestação de R$ 524,14. Com o percentual de 5%, a parcela cai para R$ 478,29 e para quem for cotista do FGTS - 4,5% ao ano - aparcela será ainda mais baixa, R$ 455,39.
Para o mercado, esse percentual está quase no patamar dos praticados em países de primeiro mundo.
A taxa de juros se aproxima da usada no Programa de Arrendamento Residencial (PAR), destinado a famílias com renda até R$ 2.400. Nesse modelo, os juros são de 3% ao ano mais TR - mesmo percentual usado para corrigir a conta vinculada do FGTS do trabalhador.
O governo federal espera que a nova redução possa contribuir ainda mais para as parcerias de construção de moradias populares entre estados e municípios. O principal objetivo é a redução do déficit habitacional, que está em 8 milhões de moradias no País e, se concentra nas famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 2.075).
Os percentuais reduzidos entraram em vigor este mês nas agências da Caixa, principal gestor dos recursos do FGTS. Para ter direito, os trabalhadores precisam se enquadrar nas regras do fundo. Entre elas, não ter imóvel próprio e nem parte superior a 40%. Além de ser maior de idade e não ter o nome em cadastros de restrição de crédito.
Crédito para renda acima de R$ 4.900
O Conselho Curador do FGTS também criou uma linha, chamada de Pró-Cotista, para trabalhadores com vencimento superior a R$ 4.900. A modalidade, em vigor desde o ano passado, conta com R$ 1 bilhão de orçamento - recurso do FGTS. Nesse caso, o valor do imóvel é ampliado para R$ 350 mil e o financiamento máximo não pode ultrapassar R$ 245 mil.
A taxa também tem subsídio (desconto). O percentual é de 8,66% ao ano mais TR. Contratos são assinados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que tem juros limitados a 12% ao ano mais TR. Esse modelo permite que o trabalhador use o dinheiro da conta vinculada para abater ou quitar a dívida.
O programa Carta de Crédito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) opera com redução de 0,5% ao ano para trabalhadores com renda entre R$ 2 mil e R$ 4.900. Famílias com esse rendimento têm juros de 7,6% ao ano mais TR (Taxa Referencial), com o bônus já incluído. As condições de prazo e do total a ser financiado são as mesmos para qualquer faixa de renda.
Regra vale para quem tem FGTS e renda inferior a R$ 2 mil e quer imóvel até R$ 130 mil
Os trabalhadores que planejam comprar a casa própria e recebem até R$ 2 mil já podem se beneficiar da medida, que reduziu ainda mais a taxa de juros do financiamento habitacional, aprovada no mês passado pelo Conselho Curador do FGTS. O percentual passou de 6% ao ano para 5% ao ano e é ainda menor (4,5% ao ano) para quem tem conta vinculada do FGTS há pelo menos três anos. A correção desses contratos é pela TR (Taxa Referencial).
O pagamento pode ser feito em até 30 anos e o empréstimo chega a 100% do valor do imóvel, avaliado em até R$ 130 mil, nas regiões metropolitanas do Rio e de São Paulo. É permitida a compra de unidades novas, usadas e na planta. Segundo o superintendente da Caixa Econômica Federal no Rio, José Domingos Vargas, a redução beneficia um número ainda maior de famílias.
De acordo com a simulação da Caixa, um financiamento de R$ 55 mil, em 20 anos, com juros de 6% ao ano, tem prestação de R$ 524,14. Com o percentual de 5%, a parcela cai para R$ 478,29 e para quem for cotista do FGTS - 4,5% ao ano - aparcela será ainda mais baixa, R$ 455,39.
Para o mercado, esse percentual está quase no patamar dos praticados em países de primeiro mundo.
A taxa de juros se aproxima da usada no Programa de Arrendamento Residencial (PAR), destinado a famílias com renda até R$ 2.400. Nesse modelo, os juros são de 3% ao ano mais TR - mesmo percentual usado para corrigir a conta vinculada do FGTS do trabalhador.
O governo federal espera que a nova redução possa contribuir ainda mais para as parcerias de construção de moradias populares entre estados e municípios. O principal objetivo é a redução do déficit habitacional, que está em 8 milhões de moradias no País e, se concentra nas famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 2.075).
Os percentuais reduzidos entraram em vigor este mês nas agências da Caixa, principal gestor dos recursos do FGTS. Para ter direito, os trabalhadores precisam se enquadrar nas regras do fundo. Entre elas, não ter imóvel próprio e nem parte superior a 40%. Além de ser maior de idade e não ter o nome em cadastros de restrição de crédito.
Crédito para renda acima de R$ 4.900
O Conselho Curador do FGTS também criou uma linha, chamada de Pró-Cotista, para trabalhadores com vencimento superior a R$ 4.900. A modalidade, em vigor desde o ano passado, conta com R$ 1 bilhão de orçamento - recurso do FGTS. Nesse caso, o valor do imóvel é ampliado para R$ 350 mil e o financiamento máximo não pode ultrapassar R$ 245 mil.
A taxa também tem subsídio (desconto). O percentual é de 8,66% ao ano mais TR. Contratos são assinados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que tem juros limitados a 12% ao ano mais TR. Esse modelo permite que o trabalhador use o dinheiro da conta vinculada para abater ou quitar a dívida.
O programa Carta de Crédito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) opera com redução de 0,5% ao ano para trabalhadores com renda entre R$ 2 mil e R$ 4.900. Famílias com esse rendimento têm juros de 7,6% ao ano mais TR (Taxa Referencial), com o bônus já incluído. As condições de prazo e do total a ser financiado são as mesmos para qualquer faixa de renda.
Fonte: O Dia
O pagamento pode ser feito em até 30 anos e o empréstimo chega a 100% do valor do imóvel, avaliado em até R$ 130 mil, nas regiões metropolitanas do Rio e de São Paulo. É permitida a compra de unidades novas, usadas e na planta. Segundo o superintendente da Caixa Econômica Federal no Rio, José Domingos Vargas, a redução beneficia um número ainda maior de famílias.
De acordo com a simulação da Caixa, um financiamento de R$ 55 mil, em 20 anos, com juros de 6% ao ano, tem prestação de R$ 524,14. Com o percentual de 5%, a parcela cai para R$ 478,29 e para quem for cotista do FGTS - 4,5% ao ano - aparcela será ainda mais baixa, R$ 455,39.
Para o mercado, esse percentual está quase no patamar dos praticados em países de primeiro mundo.
A taxa de juros se aproxima da usada no Programa de Arrendamento Residencial (PAR), destinado a famílias com renda até R$ 2.400. Nesse modelo, os juros são de 3% ao ano mais TR - mesmo percentual usado para corrigir a conta vinculada do FGTS do trabalhador.
O governo federal espera que a nova redução possa contribuir ainda mais para as parcerias de construção de moradias populares entre estados e municípios. O principal objetivo é a redução do déficit habitacional, que está em 8 milhões de moradias no País e, se concentra nas famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 2.075).
Os percentuais reduzidos entraram em vigor este mês nas agências da Caixa, principal gestor dos recursos do FGTS. Para ter direito, os trabalhadores precisam se enquadrar nas regras do fundo. Entre elas, não ter imóvel próprio e nem parte superior a 40%. Além de ser maior de idade e não ter o nome em cadastros de restrição de crédito.
Crédito para renda acima de R$ 4.900
O Conselho Curador do FGTS também criou uma linha, chamada de Pró-Cotista, para trabalhadores com vencimento superior a R$ 4.900. A modalidade, em vigor desde o ano passado, conta com R$ 1 bilhão de orçamento - recurso do FGTS. Nesse caso, o valor do imóvel é ampliado para R$ 350 mil e o financiamento máximo não pode ultrapassar R$ 245 mil.
A taxa também tem subsídio (desconto). O percentual é de 8,66% ao ano mais TR. Contratos são assinados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que tem juros limitados a 12% ao ano mais TR. Esse modelo permite que o trabalhador use o dinheiro da conta vinculada para abater ou quitar a dívida.
O programa Carta de Crédito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) opera com redução de 0,5% ao ano para trabalhadores com renda entre R$ 2 mil e R$ 4.900. Famílias com esse rendimento têm juros de 7,6% ao ano mais TR (Taxa Referencial), com o bônus já incluído. As condições de prazo e do total a ser financiado são as mesmos para qualquer faixa de renda.
Regra vale para quem tem FGTS e renda inferior a R$ 2 mil e quer imóvel até R$ 130 mil
Os trabalhadores que planejam comprar a casa própria e recebem até R$ 2 mil já podem se beneficiar da medida, que reduziu ainda mais a taxa de juros do financiamento habitacional, aprovada no mês passado pelo Conselho Curador do FGTS. O percentual passou de 6% ao ano para 5% ao ano e é ainda menor (4,5% ao ano) para quem tem conta vinculada do FGTS há pelo menos três anos. A correção desses contratos é pela TR (Taxa Referencial).
O pagamento pode ser feito em até 30 anos e o empréstimo chega a 100% do valor do imóvel, avaliado em até R$ 130 mil, nas regiões metropolitanas do Rio e de São Paulo. É permitida a compra de unidades novas, usadas e na planta. Segundo o superintendente da Caixa Econômica Federal no Rio, José Domingos Vargas, a redução beneficia um número ainda maior de famílias.
De acordo com a simulação da Caixa, um financiamento de R$ 55 mil, em 20 anos, com juros de 6% ao ano, tem prestação de R$ 524,14. Com o percentual de 5%, a parcela cai para R$ 478,29 e para quem for cotista do FGTS - 4,5% ao ano - aparcela será ainda mais baixa, R$ 455,39.
Para o mercado, esse percentual está quase no patamar dos praticados em países de primeiro mundo.
A taxa de juros se aproxima da usada no Programa de Arrendamento Residencial (PAR), destinado a famílias com renda até R$ 2.400. Nesse modelo, os juros são de 3% ao ano mais TR - mesmo percentual usado para corrigir a conta vinculada do FGTS do trabalhador.
O governo federal espera que a nova redução possa contribuir ainda mais para as parcerias de construção de moradias populares entre estados e municípios. O principal objetivo é a redução do déficit habitacional, que está em 8 milhões de moradias no País e, se concentra nas famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 2.075).
Os percentuais reduzidos entraram em vigor este mês nas agências da Caixa, principal gestor dos recursos do FGTS. Para ter direito, os trabalhadores precisam se enquadrar nas regras do fundo. Entre elas, não ter imóvel próprio e nem parte superior a 40%. Além de ser maior de idade e não ter o nome em cadastros de restrição de crédito.
Crédito para renda acima de R$ 4.900
O Conselho Curador do FGTS também criou uma linha, chamada de Pró-Cotista, para trabalhadores com vencimento superior a R$ 4.900. A modalidade, em vigor desde o ano passado, conta com R$ 1 bilhão de orçamento - recurso do FGTS. Nesse caso, o valor do imóvel é ampliado para R$ 350 mil e o financiamento máximo não pode ultrapassar R$ 245 mil.
A taxa também tem subsídio (desconto). O percentual é de 8,66% ao ano mais TR. Contratos são assinados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que tem juros limitados a 12% ao ano mais TR. Esse modelo permite que o trabalhador use o dinheiro da conta vinculada para abater ou quitar a dívida.
O programa Carta de Crédito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) opera com redução de 0,5% ao ano para trabalhadores com renda entre R$ 2 mil e R$ 4.900. Famílias com esse rendimento têm juros de 7,6% ao ano mais TR (Taxa Referencial), com o bônus já incluído. As condições de prazo e do total a ser financiado são as mesmos para qualquer faixa de renda.
Fonte: O Dia
