
A venda de material de construção no varejo teve queda de 6% em fevereiro na comparação com o mês anterior. No confronto com o mesmo período de 2011, a retração foi de 2,3%, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).
No acumulado dos últimos 12 meses, as vendas se mantiveram superiores em 4,5% quando comparadas ao mesmo período de 12 meses anterior.
"Apesar de preocupante, não podemos entender isto como o início de uma desaceleração, pois as expectativas para março são as mais otimistas medidas mensalmente nos últimos 24 meses", declara o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.
De acordo com ele, os fatores que influenciaram esses índices são os mesmos que têm beneficiado o setor.
"O crescimento da renda, em fevereiro, foi deslocado para despesas com passeios e viagens devido aos feriados emendando pelo Carnaval. Não houve dificuldade de contatar pedreiros, encanadores ou mesmo pintores, porém o consumidor teve que adiar a conclusão e mesmo o início de novas reformas para depois do Carnaval".
Segundo Conz, a demora pelo Ministério das Cidades em liberar as regras dos novos financiamentos para material de construção com recursos do FGTS, aprovadas e anunciadas pelo governo no dia 10 de janeiro, também prejudicou o desempenho das vendas.
No acumulado dos últimos 12 meses, as vendas se mantiveram superiores em 4,5% quando comparadas ao mesmo período de 12 meses anterior.
"Apesar de preocupante, não podemos entender isto como o início de uma desaceleração, pois as expectativas para março são as mais otimistas medidas mensalmente nos últimos 24 meses", declara o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.
De acordo com ele, os fatores que influenciaram esses índices são os mesmos que têm beneficiado o setor.
"O crescimento da renda, em fevereiro, foi deslocado para despesas com passeios e viagens devido aos feriados emendando pelo Carnaval. Não houve dificuldade de contatar pedreiros, encanadores ou mesmo pintores, porém o consumidor teve que adiar a conclusão e mesmo o início de novas reformas para depois do Carnaval".
Segundo Conz, a demora pelo Ministério das Cidades em liberar as regras dos novos financiamentos para material de construção com recursos do FGTS, aprovadas e anunciadas pelo governo no dia 10 de janeiro, também prejudicou o desempenho das vendas.
