
Quem tem informação tem poder. Assim o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, resumiu a importância do ciclo de palestras promovido pelo CRECI/MS, antes de proferir a sua palestra, na noite de 18 de março. Foi um marco para o Conselho, privilegiado com informações importantes sobre os projetos que o governo está desenvolvendo.
A palestra, direcionada a corretores de imóveis, teve duas horas de duração e reuniu um público de 250 pessoas. Para atender a todos, o CRECI/MS montou uma estrutura no andar térreo, com telão, além do auditório Waldyr Francisco Luciano, que lotou. Ao final do evento foi oferecido um coquetel aos presentes.
A abertura do evento foi feita pelo presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro, que destacou o momento importante para a entidade, prestigiada com a presença do governador do Estado.
Puccinelli iniciou suas explanações apresentando os projetos de infra-estrutura do Estado, lembrando que são responsáveis pela valorização de terras. Um ponto importante foi o anúncio da federalização da MS-040, a partir da saída para Três Barras, e que em sua extensão compreende 1,5 milhão de hectares que serão incorporados ao setor produtivo de Mato Grosso do Sul.
Hoje, afirmou o governador, essas áreas têm baixa produtividade e as terras têm valores baixos, o que não estimula os donos a investirem. A partir da federalização, explicou, será possível obter recursos mais volumosos para a rodovia, o que deve transformar o potencial da região.
O governador disse que até 2010 o governo do Estado pretende implantar 600 quilômetros de rodovia somente com recursos próprios. Ele também falou sobre a importância do setor sucroalcooleiro, destacando que o entorno de áreas que têm esses empreendimentos registrou valorização de 30% nas terras. Após as explanações teve início o debate.
Uma questão ligada diretamente ao setor imobiliário, o governador garantiu que por ele não passa o Projeto de Lei que tramita na Assembléia Legislativa, aumentando para até 6% as alíquotas do ITCD (Imposto de Causa Morte e Doação) para imóveis de valores mais elevados. A argumentação do projeto é de escalonar para aplicar a “justiça fiscal”. Porém, Puccinelli observou que quando se fala em alíquotas, que são percentuais, a proporcionalidade já está automaticamente assegurada. Ele disse que o projeto é inconstitucional e garantiu que não passa. “Se progredir, vamos vetar”, adiantou.
Hoje as alíquotas previstas para o ITCD vão de 2% a 4%. Pela proposta que tramita na Assembléia, o imposto seria mais elevado para quem recebesse de herança imóvel de valor superior a 10 mil Uferms (R$ 120 mil). Neste caso, a cobrança, que hoje é de 4% aumentaria para 6%.
Questionado sobre a falta de pessoal no Imasul, órgão responsável pelo licenciamento ambiental de projetos, Puccinelli reconheceu o problema, que acaba atrasando empreendimentos. Mas ponderou que no momento o Executivo está avaliando o impacto do reajuste salarial que será concedido aos servidores e que somente em abril será decidido se ocorrerão ou não novas contratações. Ele disse que para as polícias foi liberado concurso para mil homens porque o tempo de formação é longo, de 14 a 15 meses e a questão é prioritária.
A palestra do governador foi a segunda do ciclo de 12 que o CRECI/MS promoverá este ano. A terceira está agendada para o dia 15 de abril e quem vai falar é o superintendente do Procon, William Douglas de Souza Brito, abordando “A venda de Imóveis e o Código de Defesa do Consumidor”. O ingresso simbólico é 1 kg de alimento não-perecível, para doação a instituições filantrópicas.
A palestra, direcionada a corretores de imóveis, teve duas horas de duração e reuniu um público de 250 pessoas. Para atender a todos, o CRECI/MS montou uma estrutura no andar térreo, com telão, além do auditório Waldyr Francisco Luciano, que lotou. Ao final do evento foi oferecido um coquetel aos presentes.
A abertura do evento foi feita pelo presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro, que destacou o momento importante para a entidade, prestigiada com a presença do governador do Estado.
Puccinelli iniciou suas explanações apresentando os projetos de infra-estrutura do Estado, lembrando que são responsáveis pela valorização de terras. Um ponto importante foi o anúncio da federalização da MS-040, a partir da saída para Três Barras, e que em sua extensão compreende 1,5 milhão de hectares que serão incorporados ao setor produtivo de Mato Grosso do Sul.
Hoje, afirmou o governador, essas áreas têm baixa produtividade e as terras têm valores baixos, o que não estimula os donos a investirem. A partir da federalização, explicou, será possível obter recursos mais volumosos para a rodovia, o que deve transformar o potencial da região.
O governador disse que até 2010 o governo do Estado pretende implantar 600 quilômetros de rodovia somente com recursos próprios. Ele também falou sobre a importância do setor sucroalcooleiro, destacando que o entorno de áreas que têm esses empreendimentos registrou valorização de 30% nas terras. Após as explanações teve início o debate.
Uma questão ligada diretamente ao setor imobiliário, o governador garantiu que por ele não passa o Projeto de Lei que tramita na Assembléia Legislativa, aumentando para até 6% as alíquotas do ITCD (Imposto de Causa Morte e Doação) para imóveis de valores mais elevados. A argumentação do projeto é de escalonar para aplicar a “justiça fiscal”. Porém, Puccinelli observou que quando se fala em alíquotas, que são percentuais, a proporcionalidade já está automaticamente assegurada. Ele disse que o projeto é inconstitucional e garantiu que não passa. “Se progredir, vamos vetar”, adiantou.
Hoje as alíquotas previstas para o ITCD vão de 2% a 4%. Pela proposta que tramita na Assembléia, o imposto seria mais elevado para quem recebesse de herança imóvel de valor superior a 10 mil Uferms (R$ 120 mil). Neste caso, a cobrança, que hoje é de 4% aumentaria para 6%.
Questionado sobre a falta de pessoal no Imasul, órgão responsável pelo licenciamento ambiental de projetos, Puccinelli reconheceu o problema, que acaba atrasando empreendimentos. Mas ponderou que no momento o Executivo está avaliando o impacto do reajuste salarial que será concedido aos servidores e que somente em abril será decidido se ocorrerão ou não novas contratações. Ele disse que para as polícias foi liberado concurso para mil homens porque o tempo de formação é longo, de 14 a 15 meses e a questão é prioritária.
A palestra do governador foi a segunda do ciclo de 12 que o CRECI/MS promoverá este ano. A terceira está agendada para o dia 15 de abril e quem vai falar é o superintendente do Procon, William Douglas de Souza Brito, abordando “A venda de Imóveis e o Código de Defesa do Consumidor”. O ingresso simbólico é 1 kg de alimento não-perecível, para doação a instituições filantrópicas.
