
O governo estuda ampliar em aproximadamente 50% o número de residências financiadas pela CEF (Caixa Econômica Federal) e pelo setor bancário privado.
Neste ano, devem ser financiadas cerca de 600 mil moradias, tanto novas como usadas, no valor de aproximadamente R$ 30 bilhões. O projeto é ampliar esse número para 900 mil residências.
Até novembro, só a CEF já havia fechado 446 mil contratos de financiamento no valor de R$ 20,4 bilhões. A estimativa é atingir 500 mil contratos até o fim de 2008, somando um total de financiamento de R$ 22,8 bilhões.
O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou à Folha que pretende deslanchar o projeto em janeiro. Ele informou ainda que, no início de 2009, o governo deve apresentar novidades para o setor de infra-estrutura e que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) terá R$ 110 bilhões para emprestar no próximo ano.
Nesta semana, o governo federal já divulgou um pacote de incentivos fiscais para incentivar a economia, que já dá sinais de desaceleração devido à crise financeira global.
Entre as principais mudanças anunciadas estavam a nova tabela do Imposto de Renda --com duas novas faixas de tributação--, a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para o consumo e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para as montadoras.
Fonte: Folha Online
Neste ano, devem ser financiadas cerca de 600 mil moradias, tanto novas como usadas, no valor de aproximadamente R$ 30 bilhões. O projeto é ampliar esse número para 900 mil residências.
Até novembro, só a CEF já havia fechado 446 mil contratos de financiamento no valor de R$ 20,4 bilhões. A estimativa é atingir 500 mil contratos até o fim de 2008, somando um total de financiamento de R$ 22,8 bilhões.
O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou à Folha que pretende deslanchar o projeto em janeiro. Ele informou ainda que, no início de 2009, o governo deve apresentar novidades para o setor de infra-estrutura e que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) terá R$ 110 bilhões para emprestar no próximo ano.
Nesta semana, o governo federal já divulgou um pacote de incentivos fiscais para incentivar a economia, que já dá sinais de desaceleração devido à crise financeira global.
Entre as principais mudanças anunciadas estavam a nova tabela do Imposto de Renda --com duas novas faixas de tributação--, a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para o consumo e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para as montadoras.
Fonte: Folha Online
