
Operários da indústria da construção civil e do mobiliário de Campo Grande reúnem-se hoje (21) em assembleia geral extraordinária, para decidir se entram em greve geral em represália à classe patronal que está irredutível em conceder aumento real a seus vencimentos salariais. A informação é de José Abelha Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande (Sintracom).
A assembleia geral está marcada para as 18h desta terça-feira na sede do sindicato, na Rua Maracaju, 878. “Os trabalhadores é quem vão decidir o rumo que daremos a essa negociação com a classe patronal. Propomos paralisação geral em todos os canteiros de obras da cidade. Se eles aprovarem, estaremos amparados por lei para partir para a greve geral”, afirmou José Abelha.
O sindicalista informou que a classe patronal quer conceder apenas a reposição salarial sem ganho real significativo para os empregados. A assembleia geral também vai decidir, caso aprove a paralisação, a data para iniciar esse movimento.
