
No período de 23 de maio de 2011 a 22 de outubro de 2013, técnicos da Montana Química S.A., fabricante do Nobile Lasur para acabamento e proteção de madeiras, realizaram teste inédito com o produto aplicado em três demãos sobre decks de madeira de reflorestamento – pinus – sob condições naturais de sol e chuva. Foi utilizada a versão de Nobile Lasur na tonalidade Carvalho.
O deck utilizado no teste está instalado no terceiro andar da sede da empresa em São Paulo, em condição permanente de exposição direta aos humores do clima paulistano, onde é comum conviver-se com as quatro estações do ano num só dia. Segundo o químico Julio Schilling, chefe dos laboratórios da Montana, o deck estava muito desgastado. “Recuperamos o tempo perdido pela falta de manutenção aplicando previamente NovoDeck e ClariDeck para resgatar o aspecto natural da madeira. Depois foi feito um leve lixamento e, após a limpeza, o Lasur foi aplicado em três demãos, sendo a primeira com uso de trincha e as outras duas com pad, que facilita o processo mantendo a homogeneidade”, explica.
A primeira avaliação foi feita pela equipe técnica no dia 12 de setembro de 2012, ou seja, 16 meses após a aplicação. “De maneira geral, o acabamento encontrava-se em boas condições de conservação, com apenas alguns pequenos pontos isolados apresentando esmaecimento da cor. O deck encontrava-se em ótimo estado não exigindo maiores cuidados de manutenção”, informa. A segunda avaliação técnica foi em 15 de fevereiro de 2013. “Observamos que o deck continuava protegido e com aspecto geral bom, mesmo após 21 meses de exposição. Houve diminuição do brilho em algumas áreas pontuais que ficam sob intensa ação do sol e demandavam manutenção”, declara. Na terceira avaliação, depois de 29 meses consecutivos sob a intempérie, o aumento das áreas de esmaecimento constatadas pelos técnicos levou à recomendação de ações reparadoras para o deck.
Schilling acredita que este ensaio permitiu observar o excelente desempenho que o Nobile Lasur tem na proteção ao substrato nas aplicações em superfícies horizontais. “Em mais de dois anos de exposição ao intemperismo natural, verificamos que a madeira continuava protegida da ação da água e dos raios UV. Não apresentava sinais de fungos, apodrecimento ou coloração acinzentada. Apresentava apenas um grau de esmaecimento, indicativo de que chegou a hora da manutenção regular”, finaliza.
