
O Santander é o primeiro dos grandes bancos a oferecer o empréstimo pessoal com garantia do imóvel. Conhecido no mercado como "home equity" e bastante comum em outros países, a linha serve para financiar desde a compra de uma segunda casa, até os estudos dos filhos. Até agora, apenas bancos de médio porte tinham a modalidade.
O novo produto, chamado pela instituição de "Crédito Mais Conquista", funciona como um refinanciamento da moradia já quitada, semelhante ao que já é oferecido no mercado de veículos. A unidade permanece alienada em nome do banco durante a vigência do empréstimo e o cliente tem até 20 anos para pagar a dívida.
O Santander está de olho no segmento de renda alta, que já possui casa própria. Mira, também profissionais liberais e autônomos, já que a garantia pode ser de um imóvel comercial, desde que em nome de uma pessoa física. O cliente poderá tomar até 60% do valor do bem, a partir de R$ 20 mil até R$ 500 mil.
Ana Isabel Perez, vice-presidente de crédito imobiliário do Santander explica que o financiamento à habitação é estratégico para o banco e o lançamento de novos produtos faz parte do processo para ampliar a presença da instituição. "O crédito imobiliário no Brasil ainda está começando. O saldo é de R$ 51 bilhões. Queremos dar passos para ajudar a desenvolver esse mercado".
Ela conta que o produto tem bom desempenho em outros países em que o Santander atua, como Espanha e México, e está com boas expectativas para o Brasil. "Ainda não temos uma meta, mas sentimos que faltava esse produto no Brasil".
As taxas de juros variam entre 1,79% ao mês , para um empréstimo de cinco anos, até 1,83%, para o limite máximo, sempre prefixadas. "Para criar o produto, fizemos pesquisas de mercado e a demanda dos clientes era por parcelas fixas", afirma o José Manoel Alvarez Lopez, superintendente de crédito imobiliário do banco.
Diferentemente do financiamento imobiliário, em que os recursos para os empréstimos vêm da caderneta de poupança, no caso do Crédito Mais Conquista, a modalidade será alimentada pela própria da tesouraria.
O banco também lançou recentemente o financiamento imobiliário que usa como fonte de recursos dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), mas por enquanto a oferta atinge apenas servidores públicos do Estado de São Paulo, com renda mínima de R$ 1 mil.
Fonte: Valor
O novo produto, chamado pela instituição de "Crédito Mais Conquista", funciona como um refinanciamento da moradia já quitada, semelhante ao que já é oferecido no mercado de veículos. A unidade permanece alienada em nome do banco durante a vigência do empréstimo e o cliente tem até 20 anos para pagar a dívida.
O Santander está de olho no segmento de renda alta, que já possui casa própria. Mira, também profissionais liberais e autônomos, já que a garantia pode ser de um imóvel comercial, desde que em nome de uma pessoa física. O cliente poderá tomar até 60% do valor do bem, a partir de R$ 20 mil até R$ 500 mil.
Ana Isabel Perez, vice-presidente de crédito imobiliário do Santander explica que o financiamento à habitação é estratégico para o banco e o lançamento de novos produtos faz parte do processo para ampliar a presença da instituição. "O crédito imobiliário no Brasil ainda está começando. O saldo é de R$ 51 bilhões. Queremos dar passos para ajudar a desenvolver esse mercado".
Ela conta que o produto tem bom desempenho em outros países em que o Santander atua, como Espanha e México, e está com boas expectativas para o Brasil. "Ainda não temos uma meta, mas sentimos que faltava esse produto no Brasil".
As taxas de juros variam entre 1,79% ao mês , para um empréstimo de cinco anos, até 1,83%, para o limite máximo, sempre prefixadas. "Para criar o produto, fizemos pesquisas de mercado e a demanda dos clientes era por parcelas fixas", afirma o José Manoel Alvarez Lopez, superintendente de crédito imobiliário do banco.
Diferentemente do financiamento imobiliário, em que os recursos para os empréstimos vêm da caderneta de poupança, no caso do Crédito Mais Conquista, a modalidade será alimentada pela própria da tesouraria.
O banco também lançou recentemente o financiamento imobiliário que usa como fonte de recursos dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), mas por enquanto a oferta atinge apenas servidores públicos do Estado de São Paulo, com renda mínima de R$ 1 mil.
Fonte: Valor
