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Quinta-feira, 2 de março de 2017

Mercado norte-americano aberto a corretores brasileiros

A estabilização do dólar, baixa da taxa de juros, facilidade de financiamento e pouca burocracia estão atraindo cada vez mais os brasileiros que procuram e compram imóveis em outros países, seja para moradia fixa ou para passar férias ou investimento. O Estados Unidos é a região mais buscada pelos brasileiros que desejam morar fora. Mesmo com a incerteza política diante das decisões conservadoras do atual presidente, Donald Trump, os brasileiros estão arrumando as mudanças e indo para o exterior. Nos EUA, os brasileiros são bem vindos e bastante esperados.

A movimentação de valores para compra de imóveis no exterior teve aumento de 201% entre os anos de 2007 e 2015. A forma de compra de imóveis fora do Brasil é simples: a operação não é tributada, mas é necessário pagar o IOF de 0,38% para o envio de dinheiro a outro país. Pesquisa do Banco Central mostra que 39,8% dos brasileiros buscam imóveis nos Estados Unidos. A França representa 10,2% do mercado e Portugal 8,7%.

Mesmo com a incerteza trazida pelo novo presidente dos EUA, os Corretores de Imóveis dos países norte-americanos estão otimistas quanto ao aumento da imigração brasileira. Segundo eles, a desestabilização político-econômica do Brasil faz com que muitos procurem outros lugares para morar. “Estamos passando por um momento propício para aumentar o número de vendas devido a situação atual do Brasil. O novo presidente tem foco no imigrante ilegal, principalmente do México e da América Central. Quem deseja migrar legalmente não será afetado”, disse o diretor de vendas da  Elite International Realty, Daniel Ickowicz.

Em janeiro deste ano, a procura de imóveis por brasileiros na Flórida teve aumento de 18% se comparado ao mesmo mês do ano anterior. Ao todo, no ano de 2016, o Brasil respondeu por US$ 2,8 bilhões de dólares, perdendo apenas para o Canadá com US$3 bilhões. Em 2016, o brasileiro gastou em média US$ 671,000 na aquisição de imóvel. Valor este acima das demais nacionalidades: Argentina US$ 499,000, Reino Unido US$ 492,000 e Venezuela US$ 405,000 – dados da Consultora, Imobiliária Elite International Realty.

Miami é outro mercado bastante procurado pelos brasileiros, mesmo com as inconstâncias políticas e econômicas ocorridas em 2016, foi gerada uma demanda grande de ofertas no mercado, deixando a competição mais acirrada e com isso presenteando os compradores com maiores possibilidades de conseguirem adquirir um imóvel com melhor preço e dando também mais abertura nas negociações. “Nos últimos anos, Miami se tornou uma metrópole tanto no aspecto empresarial, de negócios, como no âmbito cultural. Os compradores sentem-se na ‘cidade perfeita’, custo de vida relativamente baixo, facilidade de comunicação, permitindo aos empresários viver em Miami e continuar em contato com os seus negócios no Brasil”, disse, Daniel.

CRECI/DF em parceria com Miami

Em novembro de 2016 o Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 8ª Região (CRECI/DF) e a Associação de Corretores de Imóveis de Miami (Miami Association of Realtors) formaram Acordo de Cooperação (Clique aqui para ter acesso ao documento) para aproximar os Corretores de Imóveis do Distrito Federal ao mercado imobiliário de Miami. “É importante ao Corretor brasiliense ter acesso às perspectivas de outros mercados. Novidades implantadas no mercado internacional podem ser usadas por nossos Corretores que estão preparados para atender estrangeiros ou até mesmo os que querem morar fora e continuar a exercer a profissão de Corretor.” afirmou o presidente Hermes Alcântara.

O diretor de vendas da Elite International Realty informa que os profissionais que desejam trabalhar em outro país devem estar bem informados sobre o mercado em que deseja atuar. “É preciso se colocar no lugar do cliente e pensar: ‘se eu fosse comprar um imóvel em outro país, quais seriam minhas dúvidas, ansiedades e medos?’ a partir deste conceito, podemos desmistificar e facilitar o processo, explicando cada passo e apresentando a profissionais e especialistas de outras áreas: jurídica, tributária e banco, no caso de financiamentos, para ajudá-los.. Finalizou Daniel Ickowicz.

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Fonte: Redação, com informações do COFECI - Foto: Divulgação
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