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Quinta-feira, 15 de março de 2018

Preço do aluguel praticamente não sofreu mudanças em 2017

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que regula o valor dos aluguéis de imóveis no Brasil, chegou a 2018 com uma queda acumulada de 0,34% nos doze meses anteriores. Isso significa que o preço dos valores pagos mensalmente pelos locadores não sofreu praticamente nenhuma mudança no ano passado.
O aluguel residencial com reajuste em fevereiro e correção pelo IGP-M já terá uma redução de 0,41% em seu valor.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pela divulgação dos números, a queda da taxa entre dezembro e janeiro foi provocada pelos valores no atacado e pelo custo da construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPPA), que mede o valor dos produtos no atacado, caiu de 1,23% na segunda prévia de dezembro para 1,04% em janeiro. A inflação do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) recuou de 0,27% para 0,19% no mesmo período.

A manutenção dos valores nos últimos doze meses, no entanto, afeta uma minoria das pessoas hoje no país que, segundo os sistemas de imobiliárias, ainda dependem de aluguel. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada em novembro pelo IBGE mostrou que 47,2 milhões dos 69,2 milhões de domicílios no Brasil em 2016 já tinha sido pagos totalmente.

Em porcentagem, 68,2% dos imóveis do país já estão quitados pelos seus proprietários. Desses, 5,9% eram próprios, mas ainda estavam sendo pagos (4,1 milhões). Os domicílios alugados respondiam por 17,5% do total (12,1 milhões de imóveis), os cedidos representavam 8,2% (5,7 milhões) e aqueles em outra condição, como, por exemplo, casos de invasão, 0,2% (143 mil).

A queda dos aluguéis é apenas parte de um fenômeno ainda maior: segundo o Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R), os preços dos imóveis no Brasil caíram 2% de dezembro de 2014 a dezembro de 2017.

“Esses números mostram a crise gigantesca que o setor enfrentou. No ano passado, começamos a ver um movimento sutil, um começo de reação dos preços”, finaliza Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

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Fonte: Jornal Correio da Cidade - Foto: Divulgação